Atonismo, também
conhecido como a "heresia de Amarna",
é a primeira religião
monoteísta (ou henoteísta),
conhecido na história, promovendo o culto do disco
solar Aton.
Por motivos ainda pouco compreensíveis, mas provavelmente por causa
do conservadorismo e da hostilidade do clero tebano,
faraó
Amenhotep
IV, decidiu abandonar o culto dinástico do
deus Amon,
"o deus oculto".
mestre.com
Para quem gosta de Educação, Religião e Política.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Ética na administração
A
Ética na Administração
Em
um momento histórico, no qual o Brasil se vê assediado diariamente
por escândalos envolvendo as relações entre o público e o
privado, talvez uma discussão sobre a abrangência da ética na
administração seja um dos mais necessários assuntos da gestão
contemporânea. Muitas pessoas, mesmo aquelas que estudam
administração, confundem ética com valores, com moral. Na
realidade, os valores formam a base da ética, que é uma área de
conhecimento que avalia o comportamento de pessoas e organizações
perante o que a sociedade considera moralmente correto. Se o cidadão
ou a empresa tem um comportamento que congrui aos valores sociais,
esse é tido como ético. No caso contrário, antiético.
Na
administração, considerando seu caráter decisório, a ética
abrange quatro níveis, segundo ensina Maximiniano (2009). A
compreensão desses níveis é conseguida a partir da visão do
externo para o interno, ou seja, da abrangência geral para a mais
específica. Assim, o primeiro nível, SOCIAL, é entendido como o
impacto que a simples existência da organização e suas operações
diárias causam na sociedade. Os escândalos que aparecem na
televisão e nos periódicos, envolvendo empresas e políticos, são
um exemplo claro desse nível de aplicação da ética. Porém esse é
um nível pouco observado e discutido. Para a maioria das pessoas, a
culpa pela corrupção no Brasil é exclusividade dos políticos.
Nesse caso, devemos lembrar que, para existirem corruptos, devem
existir corruptores.
O
segundo nível de impacto da ética é o nível de STAKEHOLDERS, que
induz ao questionamento das obrigações da organização quanto à
utilização de seus produtos, serviços e o impacto desses no
mercado. Buscando cada vez mais o centro das organizações, tem-se o
nível de POLÍTICAS INTERNAS, interessado em averiguar a ética nas
relações entre patrão e empregado. Por fim, o nível INDIVIDUAL, o
qual leva à reflexão do papel de cada indivíduo no dia a dia da
organização e das suas relações interpessoais no ambiente de
trabalho.
Mais
do que pura retórica, o pensamento ético é um dever de todo
gestor.
Contribuição
de Gilberto Socoloski, MSc
Professor e Chefe do Depto de Administração da UPIS
Brasília-DF, junho de 2012.
Professor e Chefe do Depto de Administração da UPIS
Brasília-DF, junho de 2012.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Olha a turma do curso ai geeeennte!!!
Esse povo é abençoaaaaado dimais!!!!
Sempre muito prestativos!!!
Compaheirismo sempre não é mesmo...
Estamos aprendendo, porque precisamos ensinar!!!
Só os motivados conseguem vencer todos os obstáculos. Pois eles sempre estão presentes.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
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